A espetacular saga do café em Minas Gerais

Ao leitor

A cafeicultura como produto e atrativo turístico

Com esta edição mais que especial, cumpre-se outra etapa dos projetos especiais desta Revista Sagarana — Turismo, Cultura e Natureza em Minas Gerais — e, é claro, dosite/revista on linewww.revistasagarana.com.br.

O que primeiro nos instigou a produzir este número foi a percepção do precioso legado relacionado ao patrimônio histórico e arquitetônico que a cafeicultura conserva ao preservar muitas das sedes edificadas das antigas fazendas mineiras.

Por isso, dedicamos uma grande reportagem (ilustrada por um belo ensaio fotográfico) relacionada a esse tema, pois — como está descrito na matéria — isso significa que segue intacto um “acervo histórico e arquitetônico ainda pouco estudado pelos especialistas e quase desconhecido de grande parte dos próprios mineiros”. “As fazendas antigas preservam a memória da vida rural no estado, desde a interiorização da ocupação do território brasileiro, iniciada no final do século XVII, com a descoberta do ouro, até a virada para o século XX, já na República”.

Em segundo lugar, nos chamou a atenção o fato de a cafeicultura estar intrinsicamente ligada à atividade turística. Além de várias propriedades rurais que cultivam café (muitas delas são fazendas históricas com sedes conservadas) investirem na estruturação de produtos turísticos — como em meios de hospedagem, receptivos e em rotas especializadas —, o setor é um poderoso meio de movimentação do turismo de negócios. Afinal, o café promove inúmeros eventos, como feiras e convenções, e as fazendas estão estruturadas para receber diferentes públicos interessados no negócio café — pessoas, inclusive, vindas de diversas regiões brasileiras e do exterior.

Para ilustrar essa realidade, a opção foi produzir reportagens sobre o trabalho desenvolvido por fazendas localizadas nas mais importantes regiões de Minas Gerais.

De cada fazenda, surgem histórias muito interessantes, que ajudam a desvelar o surpreendente universo da cafeicultura — especialmente no que se refere a Minas Gerais.

Por fim, esta edição aproveita para mostrar o surgimento de uma nova tendência — de comportamento e, é claro, de consumo — relacionada às cafeterias. Elas agora se tornaram locais ideais para encontros sociais e reuniões de trabalho e criaram um novo consumidor — embora ainda pequeno, ele é exigente —, interessado não só em saborear os melhores cafés, mas também em conhecer a fundo a história e a origem do produto.

Com mais esse projeto especial, de número 2, fica o desejo de que você, leitor, tenha um ótimo proveito destas páginas. Ótima leitura.

 

 

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